COEXISTIMOS • Inês Campos
Sex. 30 Out. - 16h00 (para escolas)
Sáb. 31 Out. e Dom. 01 Nov. 16h00
Teatro Helena Sá e Costa

Coexistimos é uma colagem de metáforas sobre o desafio de ser só um e querer ser tantos. Ser o tigre e o domador, um palhaço triste e um ataque de riso, viver vários corpos, querer ser a realidade dos seus sonhos. Como uma onda no mar, passar por estados temporários e estar inteiramente presente em cada um deles. O vaguear é um fim em si mesmo, Um frenesi tão bom que parece magia.

Exprime a crença firme de que as artes são promíscuas e gostam da companhia umas das outras. Tem dança, teatro, cinema, manipulação de objectos, arquitectura em movimento e artifícios variados que tentam criar uma sucessão de ilusões.

Assume a forma de 11 quadros, com linguagens que procuram manter-se autónomas e a salvo de contaminação mútua, e que surgem como pop-ups, cortando amarras com o bloco precedente e nada antecipando aquele que se lhe há-de seguir.

Dur. 30 min. | M/6

Concepção e Interpretação: Inês Campos
Sonoplastia: Filipe Fernandes, João Grilo e Inês Campos
Desenho de Luz e Operação: Mariana Figueroa, Inês Campos
Adereços e Cenografia: Inês Campos, Mariana Figueroa e Marta Figueroa
Aconselhamento Artístico: Pietro Romani
Produção Executiva: Eira - Dança Contemporânea e Performances
Apoio Financeiro: Teatro Municipal do Porto
Residências: Teatro do Campo Alegre, Companhia Instável, Högskolan för scen och musik Gothenburg, Teatro De Ferro, deVIR CAPa, Free Flow, Bando dos Gambozinos
Agradecimentos: António Campos, Miguel Carneiro, Jorge Soares, JAS, Johannes Hallikas, Maria Lis, Feio, Ni Araújo, Pedro Marques, Tiago Candal, Teia Campos, Tânia Carvalho
Fotografia Promocional: Raphaël Decoster
Captação de Imagem e Montagem: Cláudia Varejão
Teaser - captação de imagem: Marta Figueroa, montagem: Inês Campos


MAPA - Contos e Cantos • Fernando Mota
Sáb. 31 Out. e Dom. 01 Nov. 11h00
Teatro Helena Sá e Costa

Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, um poema de Eduardo Galeano, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente, desenhos de crianças de Darfur e outros materiais plásticos. Este espetáculo procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade, com especial enfoque no universo infantil.

Para este projeto foram criados vários instrumentos musicais a partir de objetos e materiais simbólicos como a harpa farpada (uma janela-harpa feita com arame farpado), o remo (cordofone criado a partir do objeto que lhe dá o nome), um jogo de piões que nos transporta para um campo de batalha e caldeiros de metal suspensos de onde surge uma tempestade marítima.

Dur. 45 min. | M/6

Criação e Interpretação: Fernando Mota
Textos: Francisco Luís Parreira
Textos adicionais: poesia popular afegã, Eduardo Galeano
Tradução: Francisco Luís Parreira
Direção cénica: Caroline Bergeron
Música: Fernando Mota
Música adicional: Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie
Cenografia: F. Ribeiro
Desenho de luz: José Álvaro Correia
Vídeo: Miguel Quental
Operação técnica: Catarina Côdea
Produção executiva: Violeta Mandillo
Fotografias de Cena: Susana Paiva
Atrizes nos vídeos: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo
Vozes gravadas: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Gaspar Vasques, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota
Co-produção: A Caravana, Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal Projecto financiado pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes
Agradecimentos: Braima Galissa, Cláudia Andrade, Domingos Morais, José Grossinho, Laura Mendes Pinto, Moz Carrapa, Nuno Figueira, Rabat Dabah, Serena Sabat